“Morrissey and I”

Morrissey, o legendário cantor britânico e assunto mais recorrente deste blog, foi parar no hospital após passar mal em pleno show ontem. Mesmo na condição de forte candidato à vaga do poeta eternamente rejeitado, é claro que torço por sua saúde.
Como único artista vivo de meu olimpo pessoal do rock, Morrisey alimenta em mim a tênue esperança de uma nova chance de vê-lo, compensando a que perdi em março de 2000, cujo palco foi o Opinião. Jim Morrison não esperou meu surgimento sobre a terra. Renato Russo não esperou uma turnê abrangente da Legião que chegasse mais perto de meu habitat. Morrissey tem que esperar. Hei de entregar-lhe um poema meu vertido pelo autor para o inglês do Reino Unido. No que o relógio der cinco, tomaremos um chá tipicamente britânico, discutiremos Wilde; bem como a cortesia e a ironia fina de uma Inglaterra que só existe nos livros históricos. E nos discos de Morrissey, claro.

JOGO DOS SETE ERROS
Encontre diferenças entre as imagens abaixo e concorra a uma vaga na Scotland Yard:

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