As revelações de Rossal

Revelar talentos emergentes é uma das funções que está sendo cumprida pela Exposição dos Coletivos iniciada ontem na Casa de Cultura. Carreiras já sedimentadas, como a do casal que dirige o Atelier Coletivo, Carlo Andrei Rossal e Janaína, além do Théo, que ilustrou várias paredes do prédio anterior do estabelecimento, dividem aqui espaço com três jovens revelações, cuja obra tem exemplos nas imagens abaixo:

O “Samba do Arnesto” é a referência que batiza o quadro de Bruno Tamboreno, pintado há poucos dias. Natural para um músico como ele, que admite influência do cubismo na pintura a óleo.

Francisco Lucas preferiu não dar nome à seu quadro “baseado no acaso”, segundo revela. A técnica mista envolveu óleo, acrílico e giz oleoso.

Finalmente, o único escultor da mostra apresenta duas peças da série “cariátide lunar”, em uma dicotomia de cores. Augusto Antunez trabalha em gesso francês.

Essa é uma ínfima demonstração das dezenas de trabalhos expostos, contemplando ainda os outros três artistas, e que merecem ser conferidos na Casa Pedro Wayne.

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