Categoria: Humberto Gessinger

Humberto Gessinger retorna a Pelotas reverenciando o Theatro Guarany

Republicado do site E-cult. Link original: http://goo.gl/zOR0aK

Uma noite pra ficar legal

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Na noite da quinta-feira, 21, Humberto Gessinger atualiza a extensa listagem de suas apresentações em solo pelotense, desta feita divulgando a turnê “Louco Pra Ficar Legal”, iniciada recentemente com datas em cidades de todo o Brasil.  Acompanhado por Fernando Peters nas cordas e Rafael Bisogno nas baquetas, o Alemão toma conta de todo o resto:  o tradicional baixo, guitarras, teclas, gaitas de boca e de fole, pedais,  verbo e coração. Como não há álbum novo, o repertório passeia por toda a obra – sucessos comerciais e lados B, com muita reinvenção.  Antes de mais uma noite de muita entrega aos fãs “de fé”, Humberto disse algumas palavras com exclusividade ao Blog. Gessinger toca em Pelotas quase todo ano, e seus retornos mais recentes –  março de 2015 e outubro de 2013 – tiveram por palco o Theatro Guarany, locação emblemática nas memórias do artista: “Tenho carinho especial, apesar de, nos prihg 06meiros anos os shows terem sido sempre em outros locais, ele traduz Pelotas na minha mente. São raros os palcos que permanecem tanto tempo, temos que reverenciá-los”, pondera. Gessinger garante que o show é bem diferente dos anteriores, que divulgavam, respectivamente, os lançamentos de Insular (2013) e Insular Ao Vivo (2014) : “Os formatos instrumentais permanecem: um trio onde toco baixo, guitarra, harmônica, teclados e, num set acústico, acordeon. O cenário é novo, assim como o repertórtio. A tour  Insular era fortemente baseada no disco de mesmo nome. Na Louco Pra ficar Legal, tô mais livre para passear pelas várias fases da minha carreira. Além das músicas que estão no compacto que lancei recentemente (Pra Ficar Legal e Faz Parte) rolam lembranças dos 30 anos do disco Longe Demais das Capitais e dos 20 anos do Gessinger Trio”. Os álbuns citados pelo músico são marcos de fases específicas: o primeiro é o debut fonográfico dos Engenheiros, em conseqüência da apresentação na UFRGS. O segundo é um dos muitos recomeços, com o rock vigoroso e básico de uma formação que  incluía músicos que  hoje acompanham Armandinho, e tocam projetos autorais. É um disco dos EngHaw sem o nome da banda, e ainda sem assumir-se como artista solo. Além disso, através hg 08dos variados contextos que já protagonizou na trajetória musical, Humberto aprendeu a se recriar constantemente. Como diz a letra de Recarga: “Recarregar – reiniciar – reinventar – reabastecer”. Experimentando diferentes formações de banda, ele se consolidou como multi-instrumentista e passou a recriar suas  composições, a exemplo das versões para discos acústicos. Essa veia também aparece no show atual e torna uma experiência única o reencontro com os clássicos de sempre:  “Recentemente fizemos um programa de rádio ao vivo em estúdio onde os fãs pediam músicas. Por conta desses pedidos, rearranjei a canção Muros e Grades, substituindo o riff original pelo de Exército de Um Homem Só. Conectar diferentes canções empre foi uma característica do meu trabalho. Essa novidade está no roteiro”, anuncia Humberto, que a propósito, no compacto recém-lançado, recriou duas canções antigas: uma do álbum Minuano (1997) e outra de Surfando Karmas & DNA (2002).

 

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Humberto recriando “Muros e Grades” em apresentação recente no “Estúdio Ao Vivo Transamérica”

 

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Na semana passada, Humberto foi o convidado musical no “Encontro Com Fátima Bernardes”

 

Serviço

Humberto Gessinger – Show da turnê “Louco Para Ficar Legal”
Quinta feira, dia 21 de julho de 2016, às 21 horas
Theatro Guarany – Rua Lobo da Costa, 849 – Centro Histórico – Pelotas/RS
Realização: Martius Entretenimento
https://www.facebook.com/martiusentretenimento/

Ingressos:

Venda online: https://ticketmais.com.br/evento/view/9939/humberto-gessiger

Ponto de Venda:
Fast Burger – Rua XV de Novembro, 557

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O bis do sucesso do Pouca Vogal


Coisas que o Pouca Vogal consegue: lotar um novo show e emocionar o público como se não tivesse tocado repertório idêntico no mesmo clube apenas sete meses atrás. Isso aconteceu em Bagé. A única novidade no playlist foram os acordes iniciais de “Seven Nation Army” dos White Stripes, no contrabaixo de Humberto – tocado com os pés, assim como o som de cordas que está mais evidente em algumas canções, dispensando tecladista, e os loops que adicionam empolgação em A Força do Silêncio, Pose e Infinita Highway. De resto, as variações sobre os mesmos temas de Leindecker e Gessinger ficam por conta dos detalhes que fazem a diferença. O duo agora é definido por Humberto como a “maior banda do bairro Bela Vista” (sua morada portoalegrense) ao se apresentar, confere o vídeo:

Hoje é Renato Russo quem dava razão a Humberto, no táxi que trouxe o Alemão a Bagé. E na farmácia, quem procurava protetor solar era um emo, não mais o punk.
Além de tudo isso, 1berto esbanja o know-how de palco de 25 anos como engenheiro havaiano. Entre goles em uma caneca de chá, brinca de animar a audiência. Interrompe estrategicamente Somos Quem Podemos Ser várias vezes só para incitar a gritaria, saúda ao Grêmio Esportivo Bagé (em Banco) e por aí vai. Gessinger está solando mais ao piano. Seus improvisos e os de Duca na guitarra tornam cada show único, aparecendo mais nos momentos jam session como o final de Pouca Vogal, a canção.

Setlist – Bagé, 11.06.2011 – Clube Comercial

Depois da Curva
Até o Fim
Girassóis
Breve
Pose
Dia Especial
Além da Máscara
Somos Quem Podemos Ser
Música Inédita
Terra de Gigantes
Força do Silêncio suingada
Pinhal
Toda Forma de Poder/Banco/Dom Quixote/Satisfaction
Refrão de Bolero
Ao Fim de Tudo
Piano Bar
Tententender
3 X 4
O Amanhã Colorido
Pra Ser Sincero
Pouca Vogal
Vôo do Besouro
A Montanha
Os Segundos
Infinita Higway/ Carona
Jingle “rockabilly” de despedida – curte o vídeo com o simpático agradecimento da dupla, na finaleira do show:

Leia também: Resenha do show de 2010:

Bagé entra no coro dos contentes com o Pouca Vogal

Clube Comercial, Bagé, 1º.11.2010

Foto: Débora Mattos

Foto: Débora Mattos

Mesmo com apenas oito composições próprias, repertório não falta ao Pouca Vogal no palco. O duo pinça canções das bandas de origem dos integrantes para surpreender sempre. Em Bagé, longe da execução burocrática do CD “Ao Vivo” de 2009, substituiram duas das 20 faixas do álbum por várias surpresas, como “Piano Bar”, “3 X 4” e “Terra de Gigantes”. Especialmente comemorado o mix de “Infinita Highway/Carona”, com a segunda encartada no clássico de 1987. Foi já no bis, após uma “A Força do Silêncio” mais percussiva que em disco. Apesar da roupagem acústica das músicas, o clima era de show de rock – tanto entre o público, cuja imensa maioria assistiu em pé, quanto sobre o palco. Depois de movimentar a cidade durante o dia, satisfação visível nos rostos de G & L com a vibração emitida pelo clube lotado.
Tocando quase em casa, pelo link familiar que tem com a terra, o Alemão estava pra brincadeira. Inseriu Bagé onde pôde nas letras (como centro do universo em “Além da Máscara” e uma ilha em “Terra de Gigantes”), “confundiu” EngHaw e CQ com Ivete Sangalo e Lady Gaga ao citar seus artistas favoritos. Como ele mesmo disse no Twitter, não é um cardiologista mas um coração – e isso estava muito visível, sob o colete azul da roupa tricolor.
Do lado vermelho da força, a empolgação do Leindecker mais velho veio inclusive nos solos estendidos com improvisos bem diferentes das versões de estúdio.
O PV é uma ode ao descompromisso com os clichês “roquenrôu” como drogas e groupies: o figurino da dupla é o uniforme para o labor de tocar. Ao entrar no palco e assumir dois violões, me soaram como mariachis com a missão de nos entreter naquela noite. Claro que ao longo do show as seis cordas eram divididas com várias ocupações simultâneas – teclas e pedais midi para os pés, harmônica; e alternadas com outras possibilidades como piano. Gessinger tem esse costume desde a formação GLM de seu grupo paralelo. Ele descobriu Dylan e Zé Ramalho décadas depois de Roger Waters e aos 46, sinaliza estar descobrindo o rock “básico”, na levada da canção (jingle?) de despedida/agradecimento. E também ao inserir versos da stoniana “Satisfaction”. Foi depois de uma variação acelerada de “Dom Quixote”, ao final de “Toda Forma de Poder/Banco” – que já estendera tentando descobrir o que ainda emociona os fãs. Causas perdidas ? Time de futebol? Banda? (R.: “Pouca Vogaaal”). A opção “partidos políticos” recebeu vaias, um dia após as eleições. Aliás, a trilha de abertura do show havia sido a ópera “O Guarani” (Carlos Gomes), mas a Hora em Bagé era do Pouca Vogal.

“Vamos todo mundo, ninguém pode faltar”

Os versos de “Pose (Anos 90)” não foram cumpridos literalmente. Clara Gessinger foi o que faltou no palco. A herdeira de Humberto veio a Bagé, onde almoçou churras com torta de sobremesa na casa de familiares, conforme comentou no Twitter. Mas a quinta música da noite não ganhou o toque feminino que valorizou a reinvenção presente no Acústico de 2004.

“Pose” é uma das 12 pérolas de “Gessinger, Licks & Maltz” (1992), conhecido como “G, L & M”, que fecha a trilogia de discos cada vez mais progressivos que os Engenheiros tiveram coragem de lançar no Brasil dos anos 90: antes foram o megaplatinado O Papa É Pop, e o Várias Variáveis, feito às pressas para se antecipar à chegada de Clara.
É uma suite conceitual costurando faixas que se confirmaram pouco radiofônicas.
O nome é uma homenagem auto-irônica aos dinossauros do gênero como Emerson, Lake & Palmer, ou aos caras do Yes quando assinavam dessa forma. No caso dos EngHaw marcou uma formação muito querida e clamada pelos fãs na comunidade do Orkut.
Subestimado pela mídia, é o álbum favorito de muito fã, e traz algo do clima intimista que encontra certa continuidade no Pouca Vogal.

Auxílio luxuoso
A superação de LL

Os bajeenses, todavia, foram presenteados com outro convidado eventual no PV. Humberto costuma referir-se como “Duplo L” ao titular do baixo da Cidadão: Luciano Leindecker. Ele surgiu tocando Quince (instrumento criado por ele) em “Música Inédita”. Depois assumiu o baixo, que tocou em pé, para mais duas colaborações, e ainda permaneceu batucando uma caixa. Enriqueceu não só os arranjos mas o sentido do que se via no palco, com seu exemplo: ao lado de uma dupla que vence a ditadura do mercado com uma atitude genuina, Luciano também era a imagem da superação. Lutando contra problemas de saúde nos últimos anos, nem por isso abandona o prazer de excursionar e pulsar as quatro cordas no ritmo dado pelo bombo legüero do irmão.

Programa Familiar:
show do PcVgl pode ser um, e ainda reunir três gerações: D. Cacilda, a homenageada em “Terra de Gigantes”, a cardiologista Rosália Gessinger e Clarinha – abstenção sentida no palco, mas curtiu a passagem pelos pampas.

Coro dos (muito) contentes: Talvez desafinado, foi quem cantou com Humberto e Duca “Pose” e muitas outras.


Leia também:

Gessinger e a cultura gaúcha: material exclusivo onde HG avalia a influência da música regionalista no rock gaúcho e em sua obra.
https://marcelofialho.wordpress.com/2008/09/08/gessinger/

Sobre o Pouca Vogal (artigo opinativo em versão original do que saiu editado no Blog da RBS)
https://marcelofialho.wordpress.com/2010/10/27/pvrbs/

Entrevista: “Se eu fosse depender das grandes estruturas não teria uma semana de vida” (Gessinger)

Ao ser entrevistado em Bagé, Humberto Gessinger avaliou o fato de o Pouca Vogal ter sido trazido pela mobilização dos fãs na internet. “Cara, isso sempre aconteceu muito com Engenheiros, a coisa de transbordar e cair na rua. Eu me lembro que uma vez eu dei uma entrevista, tinha saído numa revista uma livrinho com todos fã-clubes do Brasil e não tinha nenhum do Engenheiros. Achei bacana e falei pro Carlos (Maltz) e a gente falou numa entrevista. No dia seguinte a gente era a banda com o maior fã-clube ! Porque parece que as pessoas querem fazer o contrário do que tá acontecendo… Já senti ali que Engenheiros é uma coisa de rua. Antes da internet, a coisa dos fanzines, dos mimiografados, tinha muito, e foi o que segurou a minha onda, porque se eu fosse depender das grandes estruturas eu não teria uma semana de vida. Ao mesmo tempo que eu sou muito grato a isso eu não conheço outro mundo, talvez eu nem saiba avaliar o quanto importante isso é, porque pra mim desde sempre foi assim, ligação direta”.
Ele adianta que o Pouca Vogal não tem data prevista para acabar: “Do ponto de vista estético ele é inesgotável, porque a gente pode passar uma vida não só compondo, como relendo o que já escreveu, porque o projeto joga luzes diferentes sobre. Tem outros fatores girando em torno dum lance desses que não só os estéticos. Mas espero que o tempo que durar seja com intensidade total”.
Na parceria, o processo de criação “pinta de várias formas. Cada um faz a sua parte sozinho, seja música ou letra. Aconteceu casualmente, não foi algo que a gente tivesse se imposto. Muito da composição se passa na parte de trás do cérebro e tu nem sabe o que tá escrevendo, e uma hora cristaliza. Não faz muita diferença se a composição é para o Pouca Vogal ou não. A questão é mais do arranjo que da composição – pra que formato a gente vai fazer ?”, detalha HG.
Como escritor, Humberto tem pronto o sucessor de Pra Ser Sincero (2009, Belas Letras), com título a ser definido pelos fãs: “O PSS é um zoom in, é alguém contando 1, 2, 3, 4, 5. E esse novo é 1,1 e 1,2 e 1,3, quer dizer, ele tá chegando mais próximo. Não sei se vai ser melhor ou pior, mas vai ter essa diferença”, compara.

Os vários talentos de Duca Leindecker

Dez anos antes de Gessinger se autobiografar, Duca lançava “A Casa da Esquina”, e em 2002, “A Favor do Vento”, ambos os romances pela L & PM. A faceta escritor é uma das muitas do multimidiático artista.

Também produziu várias bandas gaúchas em seu estúdio próprio, o Submarino Amarelo, em Porto Alegre, onde recentemente o Nenhum de Nós gravou seu novo álbum, Contos de Água e Fogo. Leindecker ainda produz curta-metragens como “Chá de Frutas Vermelhas”, atualmente em exibição no Canal Brasil, da Globo, e que entrou nos Curtas Gaúchos da RBS em 2009.
Sua esposa Ingra Liberato, protagonista principal de Ana Raio e Zé Trovão, voltou às telas da tevê aberta em 2010 com a reprise da novela.
Em Bagé, DL revelou estar trabalhando um terceiro romance e ter um novo curta já escrito, ambos os projetos inacabados, respectivamente, por insatisfação com o texto, e por falta de recursos.

2. SEGUINDO GESSINGER E LEINDECKER

Como foi o dia do Pouca Vogal em Bagé: entrevistas, autógrafos, televisão e outros pormenores

Ok, confesso. Venho seguindo Humberto Gessinger e Duca Leindecker há algum tempo. E mais, tem dezenas de milhares fazendo o mesmo. No ambiente onde isso acontece, eles se apresentam como @1bertogessinger e @ducaleindecker. Welcome to Twitter.

Foto: Murilo Dotto

Foto: Murilo Dotto

Pelo microblog é que foi possível antecipar nas primeiras horas da segunda-feira que os dois sairiam em ônibus de POA por volta de 2 hs com chegada prevista para as 7 hs. E de fato, no início da manhã Humberto já tuitava fotos do Clube Comercial. Naquele momento, o madrugador @murilodotto (dottoblog.blogspot.com), que chegava para apresentar o Conexão Pop Rock na FM 98.1, capturou seu encontro com o músico.

Ao meio-dia, HG e DL encerraram bloco do Jornal do Almoço local. Responderam ao repórter Chrystian Ribeiro sobre sucesso, excursões pelo Brasil, interação com o público, improviso no palco e o papel de multiinstrumentistas que assumem. E em seguida tocaram “Depois da Curva”, cuja letra fala em deixar passar a ventania – que de fato marcava Bagé desde a véspera.

A íntegra do papo em vídeo pode ser conferida no site da RBS TV Bagé, atualizado por Patrick Corrêa:
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=147392&channel=45

Retomando a perseguição: fui ao Yázigi porque sabia pela internet que o PV estaria lá. Me antecipei mas encontrei uma fila de fãs. Depois de um hiato, a esperada dupla chegou distribuindo “autógrafos e sorrisos” como Gessinger anunciou ao microfone, e protagonizando, entre tantas, as cenas a seguir.

A diretora do Yázigi Internexus, Maria do Carmo Machado, foi oportuna em explicar a promoção “Band Me Up”, que oportuniza espaço a novas bandas em busca de projeção. Aqui, ela e parte da equipe recepcionam aos músicos.
>>Confira: http://www.bandmeup.com.br/

Entre os fãs mobilizados pela presença do PV, vários músicos (alguns portando instrumentos para que fossem autografados) como é o caso da galera da banda Plasma Rock, na foto. (ao fundo, Leko Machado)

Também trabalharam por ali os enviados dos veículos de comunicação locais, como o Jornal Folha do Sul, representado por Fernanda Couto e Antônio Rocha. Mesmo caso do Rota 20 – na foto, Graciela Freitas grava seu take…

Também Diélen e Marta da Pop Rock FM, que transmitiram ao vivo…

Mas entre os repórteres, provavelmente o coração que bateu mais forte no dia foi o da Niela Bittencourt, do Jornal Minuano. Fã confessa de EngHaw e PcVgl e militante da vinda do segundo, trabalhou na cobertura acompanhada do namorado (e repórter fotográfico) João. Emocionada na presença de Humberto e Duca, lhes revelou que, se vier a ter um casal de filhos, serão chamados Ana e Luciano, em homenagem aos integrantes do PV.

Incidentalmente à esquerda, o autor destas maltraçadas, flagrado pelo mago da fotografia, Leko Machado.

Foto: Leko Machado

Foto: Leko Machado

Falando no Leko, retribuo a aparição – olha ele à esquerda, neste momento tiete da formanda em Comunicação Buca Netto, que compartilha com 1berto a paixão pelo tricolor. À direita, o mascote Humbertinho.

Na verdade o Humbertinho e o Duquinha foram criações artesanais das irmãs Jenifer e Queli.

3. A LONGA HIGHWAY SP-BAGÉ

Fãs unidos pelo PcVgl: Chinelatto (esq.) veio de São Paulo para o show viabilizado por um movimento virtual encabeçado por Leandro Souza (dir.)

A devoção em torno de um artista é também origem de grandes amizades. Foi assim com José Luís Chinelatto, que voou de São Paulo, capital, em sua primeira vinda a Bagé, para o Dia do Pouca Vogal. Desde que se identificou com as canções do álbum Minuano na rádio, em 1997, passou a acompanhar fãs do Sul, onde já veio seis vezes, em cidades como Caxias, Bento, e inclusive na gravação do DVD de 2009 do PV, na capital. Os gaúchos retribuiram as visitas, por exemplo, na gravação de Novos Horizontes, dos Engenheiros, em 2007, e na turnê subsequente. Técnico em Óptica e proprietário de uma casa do ramo, Chinelatto auto-financia suas viagens, pesquisando na internet as passagens mais em conta.

Gessinger e a cultura gaúcha: material exclusivo onde HG avalia a influência da música regionalista no rock gaúcho e em sua obra.
https://marcelofialho.wordpress.com/2008/09/08/gessinger/

Sobre o Pouca Vogal (artigo opinativo em versão original do que saiu editado no Blog da RBS)
https://marcelofialho.wordpress.com/2010/10/27/pvrbs/

https://marcelofialho.wordpress.com/2010/11/02/pv/